quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Manuscrito

Esse é o Manuscrito ACM que contém o Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação de Dados para o CPD da UFS.

Manuscrito Dados
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Difícil Escolha!


Almoçando com a minha família, no restaurante [ANUNCIE AQUI!], resolvi tirar algumas fotos da paisagem. Era um dia ensolarado e a brisa aliviava o calor do meio-dia.
Resolvi criar este post pois tive que abandonar os momentos de prazer com a família para editar o manuscrito da disciplina, e quis demonstrar aqui o meu dilema. A escolha foi difícil mas eu não resisti: fui editar o manuscrito!

Observem o barquinho colorido, no fundo. Afundou minutos depois do registro dessa foto. Passou pela minha cabeça pular no rio para ajudar os tripulantes, mas pensei: se eu fizer isso, quem vai tirar as fotos?

Obs: Os tripulantes do barquinho passam bem!

DATA WAREHOUSE

O uso do Data Warehouse na instituição seria de grande auxílio, pois usaríamos os meta-dados a fim de melhorar os dados contidos na base acadêmica.
Mas em que campos o DW atuaria? No livro de Kimball, The Data Warehouse Toolkit, ele enumera alguns possíveis campos de atuação do DW no meio acadêmico. São eles:
  • Estatísticas sobre os cursos;
  • Quais os departamentos ou centros que produzem mais pesquisas científicas (ou mais pesquisas científicas relevantes à comunidade acadêmica);
  • Informações financeiras, e dessa forma, fraudes seriam evitadas;
  • Poderiam rastrear atividades com datas e prazos;
  • Documentos requisitados, enviados e recebidos;
Porém demanda-se custo de manutenção e alimentação dos dados do DW. Portanto, esta técnica só deve ser aplicada após uma minuciosa análise da situação-problema da instituição.
Na universidade, eu acredito que um DW caberia sem problemas, porém com algumas restrições.
  1. A princípio a montagem de um DW pequeno em cima de um SGBD como o PostgreeSQL, pois inicialmente a base de metadados do DW será pequena e só inchará com um certo tempo de atividade e alimentação do mesmo.
  2. A medida que os dados forem inseridos, com o passar do tempo uma nova avaliação será feita e aí sim a cogitação do uso de um SGBD mais maduro para o DW.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Metodologias de desenvolvimento ágil (divagando...)

Por esses dias eu pesquisei sobre metologias de desenvolvimento que podem nos auxiliar em boas práticas de desenvolvimento de software. E, claro, apesar de elas auxiliarem durante as fases de arquitetura, codificação, testes, implementação e transição, auxiliam também durante as fases de concepção de projeto e levantamento de dados.

Minha proposta seria uma análise da possível utilização de metologias de desenvolvimento ágil em soluções integradas (caso do ERP).

Essas metodologias, à princípio, são indicadas para utilização em pequenos e médios projetos feitos por pequenas e médias equipes, nas quais se tem uma grande interatividade entre desenvolvedores e desenvolvedores e desenvolvedores e usuários. As perguntas ficam: poderíamos utilizá-las também para o desenvolvimento de grandes projetos? E com grandes equipes?

Me pergunto isso, porque abservei uma inversão dessa utilização de metodologia ao ler sobre PSP (Personal Software Planning) e TSP (Team Software Planning). Para o resumir foi criada uma metodologia de gestão de tempo de trabalho com a finalidade de otimizar o produção de um time tornando-o auto-gerenciável, o TSP, então, tendo ela pronta, minimizou-se essa equipe de forma que ela se constituísse em uma equipe de apenas um funcionário, para que este tenha suas atividades monitoradas e otimizadas.

Texto interessante sobre TSP:
TSP
Obs: essa página às vezes não entra, aí vocês podem ir no cache da busca do google.

Texto interessante sobre PSP e indicação de ferramenta:
PSP com o Eclispse: Tapando os buracos do tempo

Sendo assim, poderíamos além de gerar uma solução integrada, desenvermos de maneira ágil, ousada e inovadora.

E então, alguém acha que essa é uma proposta interessante?



ps: é um tema interessante também para o pessoal do grupo de software

sábado, 2 de agosto de 2008

PETIC - DADOS - Apresentação Final

Oi Pessoal!
Essa é a nossa apresentação final onde reunimos os conceitos e tecnologias mostrados aqui no blog e propomos possíveis soluções/sugestões ao CPS da UFS.

terça-feira, 29 de julho de 2008

ERP SAP

Eu pesquisei um pouco sobre o ERP SAP e achei que SAP é uma empresa multinacional de TIC, com sede na Alemanha. Foi criada por ex-funcionários da IBM.
O ERP SAP não é um novo conceito, é um software desenvolvido por essa empresa nos moldes do ERP.
Também nãoachei nenhuma solução e nenhum caso de sucesso deles na área educacional.

Ao que parece, a empresa desenvolve aplicativos pra grandes empresas do mundo todo ($_$), não sei se seria legal a gente colocar como uma possível solução

Algumas grandes áreas de soluções da empresa: Financeiro e Setor Público; Manufatura; Serviços.

Link pra a página, no Brasil, de soluções da empresa:
http://www.sap.com/brazil/solutions/index.epx

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Banco de Dados: Livre x Proprietário

Diferente dos outros softwares, os bancos de dados são de pouco interesse no meio acadêmico. Isto ocorre porque os servidores de banco de dados são mais complexos do que outros tipos de servidores de rede, por esse motivo os bancos proprietários conseguiram tomar a frente na evolução tecnológica.

A expansão da internet fez com que a situação se tornasse diferente. Os softwares livres passaram a ganhar força e os bancos de dados proprietários se mostraram inadequados com seus protocolos de comunicação pesados.

Alguns parâmetros de comparação:
- Número de Usuários;
- Crescimento da base de dados;
- Estabilidade;
- Robustez;
- Desempenho;
- Segurança.

Ao se comparar tais parâmetros, basicamente não há diferenças significantes entre os SGBDs Livre e Proprietários. As diferenças surgem quando se pensa em montar um Data Warehouse, pois o PostgreSQL, por exemplo, ainda é deficiente neste campo. Porém, o PostgreSQL otimiza operações de consulta, tornando trabalhos de acesso ao banco mais eficientes.

A escolha deve ser feita em cima das seguintes perguntas: “Qual a real necessidade da instituição? A quem ela se dirige?”

Esta Otimização nas operações de consulta forneceida pelo PostgreSQL é uma vantagem fundamental quando trazida para a realidade da Instituição em foco, pois é uma de suas principais necessidades, e isto é um ponto forte para a implantação do PostgreSQL na UFS.

Bibliografia:
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=5222&pagina=3
http://www.inf.unioeste.br/~clodis/BDI/BDI_2007_Modulo7.pdf